Friday, January 20, 2012

FFF - The Kennedy Autopsy, Part 8


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The Kennedy Autopsy, Part 8
A Autópsia de Kennedy, Parte 8
by Jacob G. Hornberger
por Jacob G. Hornberger
November 17, 2011
17 de novembro de 2011
The Kennedy Assassination Series:
A Série Assassínio de Kennedy:
One of the most fascinating aspects of the U.S. military’s autopsy of President John F. Kennedy’s body concerns the examination of Kennedy’s brain. The overwhelming weight of the circumstantial evidence establishes that (1) there were two separate brain examinations and (2) the brain that was examined the second time was not that of John F. Kennedy.
Um dos aspectos mais fascinantes da autópsia do Presidente John F. Kennedy pela instituição militar dos Estados Unidos diz respeito ao exame do cérebro de Kennedy. O peso esmagador da evidência circunstancial estabelece que (1) houve dois exames distintos do cérebro e (2) o cérebro que foi examinado pela segunda vez não era o de John F. Kennedy.
A detailed account of this evidence is found on pages 35–47 of volume 1 (“JFK’s Post-Autopsy Brain Exam: A Major Deception”) and in chapter 10 (“Two Brain Examinations — Coverup Confirmed”) of volume III of Douglas P. Horne’s five-volume book Inside the Assassination Records Review Board.
Descrição detalhada dessa evidência é encontrada nas páginas 35–47 do volume 1 (“Exame Pós-Autópsia do Cérebro de JFK: Fraude de Grandes Proporções”) e no capítulo 10 (“Dois Exames de Cérebro — Encobrimento Confirmado”) do volume III do livro em cinco volumes de Douglas P. Horne Dentro da Junta de Reexame dos Registros do Assassínio.
This article is based on the information found in Horne’s book.
O presente artigo baseia-se na informação encontrada no livro de Horne.
Horne served as chief analyst for military records for the Assassination Records Review Board (ARRB). It was he and ARRB general counsel Jeremy Gunn who made the discovery of the two separate brain examinations. Horne explains the significance of the discovery
Horne atuou como analista principal de registros militares da Junta de Reexame dos Registros do Assassínio (ARRB). Foram ele e o advogado geral da ARRB Jeremy Gunn quem descobriu dois exames distintos de cérebro. Horne explica a importância da   descoberta.
This discovery is the single most significant “smoking gun” indicating a government coverup with the medical evidence surrounding President Kennedy’s assassination, and is a direct result of the JFK Records Act, which in turn was fathered by the film JFK. Without Oliver Stone’s movie, and the legislation generated as a response to the controversy engendered by the film, this discovery would not have been possible. The JFK Act forced the release, in August 1993, of the HSCA [House Select Committee on Assassinations] staff’s previously withheld medical witness interviews; when these previously suppressed interviews were liberated, and married with Humes’ Warren Commission testimony and Dr. Finck’s summary reports to General Blumberg, the timeline indicating that two separate brain examinations took place became blatantly obvious to me. Without the HSCA interview reports, my hypothesis would never have been formulated. Furthermore, the JFK Records Act created the ARRB, and it was our depositions of Drs. Humes, Boswell, and Finck; photographer John Stringer; and former FBI agent Francis O’Neill — as well as our unsworn interview of   mortician Tom Robinson — that confirmed my   suspicions, and transformed a hypothesis into incontrovertible fact. (Horne, volume III, page 778; information in brackets added.)
Esta descoberta é o mais significativo “flagrante”, isoladamente considerado, a indicar encobrimento da verdade pelo governo em relação à evidência médica em torno do assassínio do Presidente Kennedy, e é resultado direto da Lei de Registros de JFK, a qual, por vez, foi elaborada graças ao filme JFK. Sem o filme de Oliver Stone, e a legislação gerada como resposta à controvérsia engendrada pelo filme, essa descoberta não teria sido possível. A Lei JFK forçou a divulgação, em agosto de 1993, das entrevistas antes retidas dadas à equipe da HSCA [Comissão Seleta de Assassínios da Câmara] por testemunhas médicas, antes não divulgadas; quando essas entrevistas anteriormente retidas foram liberadas, e casadas com o depoimento de Humes perante a Comissão Warren e os relatórios resumidos do Dr. Finck ao General Blumberg, o cronograma indicando terem sido efetuados dois exames distintos do cérebro tornou-se gritantemente óbvio para mim. Sem os relatórios das entrevistas da HSCA minha hipótese jamais teria sido formulada. Ademais, a Lei dos Registros de JFK criou a ARRB, e foram os depoimentos por nós colhidos dos Drs. Humes, Boswell e Finck; do fotógrafo John Stringer; e do ex-agente do FBI Francis O’Neill — bem como nossa entrevista sem juramento do agente funerário Tom Robinson — que confirmaram minha suspeita e transformaram a hipótese em fato incontroverso. (Horne, volume III, página 778; informação entre colchetes adicionada.)
Keep in mind that the HSCA had ordered that much of its records be kept sealed from the American people for 50 years, and that prior to that the Warren Commission had ordered much of its records be kept sealed from the American people for 75 years. The JFK Records Act, which was enacted in the wake of Oliver Stone’s movie, brought an end to those orders of secrecy.
Tenhamos em mente que a HSCA havia determinado que grande parte de seus registros permanecesse lacrada inacessível ao povo estadunidense durante 50 anos e que, antes disso, a Comissão Warren havia determinado que grande parte de seus registros fosse mantida lacrada inacessível ao povo estadunidense por 75 anos. A Lei de Registros de JFK, aprovada na esteira do filme de Oliver Stone, pôs fim a essas ordens de segredo.
Moreover, as I pointed out in Part 2 of this series, Horne points out that even after the HSCA officially released military personnel who had participated in the autopsy from the oaths of secrecy that the U.S. military had required them to sign immediately after the autopsy,
Ademais, como destaquei na Parte 2 desta série, Horne aponta que mesmo depois de a HSCA ter liberado oficialmente pessoal militar que havia participado da autópsia dos juramentos de segredo que a instituição militar dos Estados Unidos os fizera assinar imediatamente depois da autópsia,
the military did not give in easily. On November 3, 1977 Deanne C. Siemer of the DOD Office of General Counsel sent a letter to HSCA Chief Counsel Robert Blakey refusing to rescind the order not to talk, since the “record with respect to the autopsy is complete and has been preserved intact.”
a instituição militar não desistiu facilmente. Em 3 de novembro de 1977 Deanne C. Siemer, do Gabinete do Advogado Geral do Departamento de Defesa - DOD mandou uma carta ao Advogado Principal da HSCA Robert Blakey recusando-se a cancelar a ordem de mordaça, visto que o “registro relativo à autópsia está completo e foi preservado intacto.”
After the military came to the realization, however, that Congress, not the military, makes the final decisions in such matters, “the Surgeon General of the Navy, VADM W.P. Arentzen mailed out letters rescinding the gag order to the last known addresses of the personnel concerned” (Horne, volume   I, page 171.)
Depois, porém, que a instituição militar entendeu que o Congresso, e não a instituição militar, era quem tomava as decisões finais em assuntos da espécie, “o Médico-Chefe da Marinha, Vice-Almirante - VADM W.P. Arentzen, despachou cartas cancelando a ordem de mordaça para os últimos endereços conhecidos do pessoal implicado” (Horne, volume I, página 171.)
The ARRB’s discovery of the two separate brain examinations in the Kennedy autopsy was reported in the following two articles published in 1998 in the Washington Post:
A descoberta, pela ARRB, dos dois exames distintos de cérebro na autópsia de Kennedy foi relatada nos   seguintes dois artigos publicados em 1998 no Washington Post:
Newly Released JFK Documents Raise Questions About Medical Evidence” by Deb Riechmann (Associated Press, November 9, 1998.)
Documentos Recentemente Divulgados Acerca de JFK Suscitam Perguntas Concernentes a Evidência Médica” por Deb Riechmann (Associated Press, 9 de novembro de 1998.)
Archive Photos Not of JFK’s Brain, Concludes Aide to   Review Board” by George Lardner Jr. (Washington Post, November 10, 1998).
Fotos de Arquivo Não São do Cérebro de JFK, Conclui Assistente da Junta de Reexame” por George Lardner Jr. (Washington Post, 10 de novembro de 1998).
The evidence indicates that the first brain examination took place within a few days of Kennedy’s assassination, most likely on the morning of Monday, November 25, the day of Kennedy’s funeral, and that the second brain   examination took place a week or more after the assassination.
A evidência indica que o primeiro exame de cérebro teve lugar poucos dias depois do assassínio de Kennedy, muito provavelmente na manhã de segunda-feira, 25 de novembro, o dia do funeral de Kennedy, e que o segundo exame de cérebro teve lugar uma semana ou mais depois do assassínio.
What led Horne and Gunn to conclude that there had actually been two brain examinations rather than only one, as reflected in the official autopsy record?
O que teria levado Horne e Gunn a concluir ter havido em realidade dois exames de cérebro em vez de apenas um, ao contrário do consignado no registro oficial da autópsia?
Among the several factors leading to the discovery, as detailed in the section of Horne’s book referenced above, were the following five:
Entre diversos fatores que levaram à descoberta, como detalhado na secção do livro de Horne referido   acima, contaram-se os cinco seguintes:
First, testimony by the attendees at the brain examinations indicated that there were two separate examinations.
Primeiro, o testemunho de pessoas presentes aos exames do cérebro indicaram ter havido dois exames distintos.
Navy photographer John Stringer (who had been the official photographer for Kennedy’s November 22 autopsy) confirmed that he was present at the brain examination but denied that Army pathologist Pierre Finck was there. Finck, on the other hand, confirmed that he too was present at the brain examination but denied that Stringer was there.
O fotógrafo da Marinha John Stringer (que havia sido o fotógrafo oficial da autópsia de Kennedy em 22 de   novembro) confirmou ter estado presente ao exame   do cérebro mas negou que o patologista do Exército Pierre Finck tenha estado lá. Finck, por outro lado, confirmou ter ele também estado presente ao exame de cérebro mas negou que Stringer tivesse estado lá.
That caused Horne and Gunn to suspect that there were actually two separate brain   examinations, one that included Stringer and a later one that included Finck. Both examinations involved Navy pathologists James Humes and J. Thornton Boswell (who, along with Finck, had been the official pathologists for Kennedy’s November 22 autopsy).
Isso levou Horne e Gunn a suspeitar terem em realidade acontecido dois exames distintos de cérebro, um incluindo Stringer e outro posterior incluindo Finck. Ambos os exames envolveram os patologistas da marinha James Humes e J. Thornton Boswell (que, juntamente com Finck,  haviam sido os  patologistas oficiais da autópsia de Kennedy em 22 de novembro).
Second, the timeline of the brain examinations indicated that there were two separate examinations.
Segundo, o cronograma dos exames de cérebro sugeria ter havido dois exames distintos.
In an interview conducted by the HSCA in 1977, Boswell stated that the brain examination took place two or three days after the November 22 autopsy. When the HSCA interviewed Stringer, he too stated that the brain had been examined two or three days after the autopsy. In his testimony before the ARRB, Humes stated that the brain examination had occurred one or two days after the autopsy.
Numa entrevista conduzida pela HSCA em 1977 Boswell declarou que o exame do cérebro ocorrera dois ou três dias depois da autópsia de 22 de novembro. Quando a HSCA entrevistou Stringer, ele também declarou que o cérebro havia sido examinado dois ou três dias depois da autópsia. Em seu depoimento perante a ARRB, Humes declarou que o exame do cérebro ocorrera um ou dois dias depois da autópsia.
However, in a 1965 report to U.S. Army Brigadier General Joseph Blumberg, Finck wrote, “ CDR Humes called me on 29 Nov 63 that the three prosectors would examine the brain at the Naval Hospital.”
Entretanto, num relatório de 1965 ao General de Brigada do Exército dos Estados Unidos Joseph Blumberg, Finck escreveu: “o Comandante - CDR Humes chamou-me em 29 de novembro de 1963 dizendo que três promotores examinariam o cérebro no Hospital Naval.”
When the ARRB deposed Finck, he testified as follows:
Quando a ARRB colheu o depoimento de Finck, ele testemunhou como segue:
Gunn: Again, I am not asking you to tell me exactly, but I’m just asking whether you remember whether it was within a day or two or whether it was within a week or two?
Gunn: Repetindo, não estou pedindo ao senhor para dizer-me exatamente, mas estou apenas perguntando se o senhor se lembra se foi um dia ou dois depois ou se foi uma semana ou duas depois?
Finck: Oh, it was not a day or two. That’s too short.
Finck: Oh, não foi um dia ou dois. Isso seria muito pouco.
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Gunn: Drs. Humes and Boswell, when they testified to the Review Board, had an initial recollection that they had done a supplementary examination within two or three days after the autopsy. There is no evidence that you were present as far as I am aware in a supplementary examination within two or three days after the autopsy. Do you have any knowledge whether there was more than one supplementary examination of the brain?
Gunn: Os Drs. Humes e Boswell, quando testemunharam perante a Junta de Reexame, lembraram-se de início de terem feito exame suplementar dois ou três dias depois da autópsia. Não há evidência de o senhor ter estado presente, tanto quanto eu saiba, num exame suplementar dois ou três dias após a autópsia. O senhor tem qualquer conhecimento de se houve mais de um exame suplementar do cérebro?
Finck: [frowning, looking deeply troubled] No. (Horne, volume III, page 795; brackets in original)
Finck: [franzindo a testa, parecendo profundamente perturbado] Não. (Horne, volume III, página 795; colchetes no original)
Third, testimony regarding the sectioning of the brain was different.
Terceiro, testemunhos a propósito do seccionamento do cérebro foram discrepantes.
Stringer testified that at the brain examination he attended, the brain had been cut into sections to determine the track of the bullet, which is the standard operating procedure for autopsies. Finck, on the other hand, stated that there was no sectioning of the brain at the brain examination that he attended.
Stringer testemunhou que no exame de cérebro a que ele esteve presente o cérebro havia sido cortado em secções para determinação da trajetória da bala, procedimento operacional padrão em autópsias. Finck, por outro lado, declarou que não houvera seccionamento do cérebro no exame de cérebro ao qual ele estivera presente.
Consider the following testimony by Stringer before the ARRB:
Considerem o seguinte depoimento de Stringer diante da ARRB:
Gunn: What happened during the supplementary exam, if you could describe the process?
Gunn: O que aconteceu durante o exame suplementar, se o senhor puder descrever o processo?
Stringer: They took it out, and put it on the table, and describe it [sic] as to the condition, too some sections of it. We took some pictures of it. I had a copy board there with the light coming down from the — well, from underneath and with the lights down on it, and shot pictures of the brain.
Stringer: Tiraram-no e puseram-no em cima da mesa, e descrevem-no [sic] quanto à condição, também algumas secções dele. Tiramos algumas fotos dele. Eu tinha um visor iluminado com a luz vindo do — bem, a partir de baixo, e com as luzes sobre ele, e ia tirando fotos do cérebro.
Gunn: As it was being sectioned?
Gunn: À medida que era seccionado?
Stringer: Yes.
Stringer: Sim.
Gunn: Were the sections small pieces, or cross sections of the brain?
Gunn: Eram as secções pedaços pequenos ou secções transversais?
Stringer: If I remember, it was cross sections.
Stringer: Se me lembro, eram secções transversais.
Gunn: And what was the purpose of doing the cross section of the brain?
Gunn: E qual era o propósito de fazer-se seccionamento transversal do cérebro?
Stringer: To show the damage. (Horne, volume III, page 785)
Stringer: Mostrar os danos. (Horne, volume III, página 785)
As Horne points out, Finck, on the other hand, “wrote in the Blumberg Report that the brain he examined was not serially sectioned.”
Como Horne destaca, Finck, por outro lado, “escreveu no Relatório Blumberg que o cérebro que ele examinara não estava serialmente seccionado(*).”
(*) Segundo o Dorland’s, a expressão 'serial section' denota secções histológicas feitas em ordem consecutiva e assim dispostas para propósito de exame microscópico.
Fourth, the photographs of the brain in the official autopsy records were not the photographs taken by Stringer during the brain examination that he photographed.
Quarto, as fotografias do cérebro nos registros oficiais da autópsia não eram as fotografias tiradas por Stringer durante o exame de cérebro que ele fotografara.
Consider this testimony by Stringer before the ARRB:
Considerem este depoimento de Stringer diante da ARRB:
Gunn: Based upon these being basilar views   of a brain and based upon there being no identification cards, are you able to identify with certainty whether these photographs before you are photographs of the brain of   President Kennedy?
Gunn: Com base em estas serem visões basilares de um cérebro e em não haver cartões de identificação, o senhor consegue identificar com certeza se essas fotografias diante do senhor são fotografias do cérebro do Presidente Kennedy?
Stringer: No, I couldn’t say that they were President Kennedy’s. I mean, there’s no identification. All I know is, I gave everything to Jim Humes, and he gave them to Admiral Burkley.
Stringer: Não, eu não saberia dizer se são do Presidente Kennedy. Isto é, não há identificação. Tudo o que sei é que dei tudo para Jim Humes, e ele   as deu para o Almirante Burkely.
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Gunn: Okay. When you took the black and white photographs of the brain of President Kennedy, did you use a press pack?
Gunn: Muito bem. Quando o senhor tirou as fotografias em branco e preto do cérebro do Presidente Kennedy, usou um dossiê de imprensa(*)?
(*) Como não entendo do assunto fotografia, procurei definição de press pack e encontrei mais ou menos o seguinte: coleção de informação preparada   especificamente para pessoas relacionadas com a imprensa, permitindo que o jornalista rapidamente escreva um artigo e obtenha informação concisa relevante.
Stringer: No.
Stringer: Não.
Gunn: Can you identify from the negatives in front of you whether those photographs are from a press pack? And I’m referring to numbers 9, 21, and 22.
Gunn: Consegue o senhor identificar se essas fotografias são de dossiê de imprensa? Refiro-me às de números 9, 21 e 22.
Stringer: I think they are. Yes.
Stringer: Creio que sim. Sim.
Gunn: Would it be fair to say, then, that by your recollection, that the black and white negatives in front of you now were not taken by you during the supplementary autopsy of President Kennedy?
Gunn: Seria justo dizer, então, que, conforme sua lembrança, os negativos em preto e branco diante de si neste momento não foram feitos pelo senhor durante a autópsia suplementar do Presidente Kennedy?
Stringer: Correct. This is Ansco.
Stringer: Correto. Isto é Ansco.
Gunn: When you say, “This is Ansco,” what do you mean?
Gunn: Quando o senhor diz “Isto é Ansco,” o que quer dizer?
Stringer: This is Ansco film.
Stringer: É filme Ansco.
Gunn: What is Ansco film?
Gunn: O que é filme Ansco?
Stringer: Well, it’s a super high pan. And I think it’s from a film pack.
Stringer: Bem, é filme de super alta panoramicidade. E creio que é de um rolo de filme.
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Gunn: Did you ever use Ansco film yourself in conducting medical photography?
Gunn: O senhor alguma vez já usou filme Ansco ao tirar fotografias médicas?
Stringer: Not very often.
Stringer: Não muito frequentemente.
Gunn: Did you use Ansco film in the — taking the autopsy —
Gunn: O senhor usou filme Ansco na — tirando as fotos —
Stringer: Not as far as I know.
Stringer: Não que eu saiba.
Gunn: — photographs of President Kennedy?
Gunn: — da autópsia do Presidente Kennedy?
Gunn: Not as far as I know. (Horne, volume III, pages 806–809)
Gunn: Não que eu saiba. (Horne, volume III, páginas 806–809)
Horne summarizes the significance of Stringer’s testimony regarding the photographs of the brain:
Horne resume a importância do depoimento de Stringer no tocante às fotografias do cérebro:
Summarizing, John Stringer testified that the brain photographs in the Archives could not be the ones he took because (1) the black and white negatives placed before him at the deposition were numbered — proving that there were from a film pack — instead of unnumbered, as were all of the portrait pan duplex films he remembered using; (2) the black and white negatives shown to him had no identifying notches in the corner of each negative, as all portrait pan negatives should have had; (3) the color positive transparency images of a brain in the Archives did not have the same   identifying notches in the corner of each slide that the Ektachrome E3 slides did; (4) the official collection of brain photographs contained basilar, or inferior views of the intact brain, whereas he did not shoot any basilar views of President Kennedy’s brain; and (5) the deed-of-gift brain photographs did not contain any images of serial sections, which in 1996 he vividly remembered seeing dissected, and which he remembered photographing himself at the brain examination, using a light box. (Horne, volume III, page 810)
Resumindo, John Stringer testemunhou que as fotografias do cérebro nos Arquivos não poderiam ser aquelas que ele tirara porque (1) os negativos em preto e branco postos diante dele no depoimento eram numerados — provando serem de um rolo de filme — em vez de não numerados, como eram todos os filmes duplex panorâmicos enfoque retrato que ele se lembrava de ter usado; (2) os negativos em preto e branco mostrados para ele não tinham chanfros de identificação no canto de cada negativo, como todos os negativos do acompanhamento do exame deveriam ter tido; (3) as imagens de transparência positiva colorida de um cérebro nos Arquivos não tinham os mesmos chanfros identificadores no canto de cada slide que os slides Ektachrome E3 tinham; (4) a coleção oficial de fotografias do cérebro apresentava visões basilares, ou inferiores, do cérebro intacto, quando ele não focara quaisquer visões basilares do cérebro do Presidente Kennedy; e (5) as fotografias de detalhe máximo não continham nenhuma imagem de secções sequenciais que em 1996 ele vividamente lembrava-se de ter visto sendo dissecadas, e que se lembrava de ter fotografado ele próprio no exame do cérebro, usando um visor iluminado. (Horne, volume III, página 810)
Fifth, the condition of the brain, as depicted in the official photographs, is inconsistent with the actual damage to the brain caused by the head shot.
Quinto, a condição do cérebro, como mostrada nas fotos oficiais, é incompatível com os reais danos ao cérebro causados pelo tiro na cabeça.
As Horne points out, the average weight of a normal male brain is about 1350 grams (Horne, volume III, page 833.) But the Supplementary Autopsy Report, as well as Finck’s official report to General Blumberg, reported the weight of Kennedy’s brain to be 1500 grams.
Como destaca Horne, o peso médio de um cérebro normal de homem está em torno de 1350 gramas (Horne, volume III, página 833.) Sem embargo, o Relatório de Autópsia Suplementar, bem como o relatório oficial de Finck ao General Blumberg, informa o peso do cérebro de Kennedy como de 1500 gramas.
Why is that a problem?
Por que isso é um problema?
Because most everyone concedes that a large portion of Kennedy’s brain was blown out by the head shot that ended his life. Thus, even with the increase in weight from the solution in which the brain was stored, it’s not enough to make up for the large amount of brain mass lost as a result of the bullet that blasted through Kennedy’s head.
Porque a maioria das pessoas concede que grande porção do cérebro de Kennedy foi destruída pelo tiro na cabeça que pôs fim à vida dele. Assim, pois, mesmo o aumento de peso devido à solução em que o cérebro foi armazenado não seria suficiente para contrabalançar a grande quantidade de massa cerebral perdida como resultado da bala que foi causando estrago ao percorrer a cabeça de Kennedy.
Horne points out that one of the physicians who treated Kennedy at Parkland Hospital, Dr. Robert McClelland, “estimated under oath, in 1964, that at least one third of the brain was missing when President Kennedy was treated at Parkland Hospital.”
Horne diz que um dos médicos que trataram Kennedy no Hospital Parkland, Dr. Robert McClelland, “avaliou sob juramento, em 1964, que pelo menos um terço do cérebro estava faltando quando o Presidente Kennedy fora tratado no Hospital Parkland.”
When former FBI agent Francis X. O’Neill, who was present during the autopsy, saw the brain outside the cranium, he estimated the percentage of missing   brain to be much higher, as reflected in the following testimony he gave before the ARRB:
Quando o ex-agente do FBI Francis X. O’Neill, que estava presente durante a autópsia, viu o cérebro fora do crânio, avaliou que a percentagem de cérebro faltante seria muito maior, como refletido no seguinte depoimento que prestou diante da ARRB:
Gunn: Do you have any sense of what percentage of the brain was missing at the time it was removed from the cranium?
Gunn: O senhor se faz qualquer ideia do percentual faltante do cérebro quando este foi removido do crânio?
O’Neill: I’m saying this now, 38 years afterwards or something like that — 33 years afterwards, 34 years afterwards. It was — Oh, well more than half of the brain was missing.
O’Neill: Estou dizendo isto agora, 38 anos depois ou algo da espécie — 33 anos depois, 34 anos depois. Estava — Oh, faltava bem mais do que metade do cérebro.
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 *    *    *    
Gunn: Okay. Could we now see the eighth view, what has been described as the “basilar view of the brain,” color photograph no.46. And let me say, in the way of preface, these photographs have been identified as having been taken of President Kennedy’s brain at some time after the autopsy — after they had been set in formalin. Can you identify that in any reasonable way as appearing to be the — what the brain looked like of President Kennedy?
Gunn: Muito bem. Podemos ver agora a oitava tomada, que tem sido descrita como a “visão basilar do cérebro,” foto colorida número 46. E permita-me dizer, à guisa de prefácio, essas fotografias têm sido identificadas como tendo sido tiradas do cérebro do Presidente Kennedy algum tempo depois da autópsia — depois de ter sido colocado em formalina. Pode o senhor identificar de qualquer maneira razoável isto parecer ser o — ter a aparência do cérebro do Presidnete Kennedy?
O’Neill: No.
O’Neill: Não.
Gunn: In what regards does it appear to be different?
Gunn: Sob que aspectos parece diferente?
O’Neill: It appears to be too much.
O’Neill: Parece ser demasiado.
Gunn: Could we now look — Let me ask a question. If you could elaborate a little bit on what you mean by “it appears to be too much?”
Gunn: Podemos agora olhar — Deixe-me perguntar algo. Poderia o senhor explanar um pouco o que quis dizer com “parece ser demasiado?”
O’Neill: … This looks almost like a complete brain. Or am I wrong on that? I don’t know.… In all honesty, I   cannot say it looks like the brain I saw, quite frankly I — As I described before, I did not recall it being that large. If other people say that this is what happened, so be it. To me, I don’t recall it being that large. (Horne, volume III, pages 815–817.)
O’Neill: … Isto parece quase um cérebro completo. Ou estarei equivocado a respeito? Não sei.… Com toda honestidade, não posso dizer ter a aparência do cérebro que vi, muito francamente eu — Como descrevi antes, não me lembro de ser grande assim. Se outras pessoas dizem que foi isso que aconteceu, que seja. Quanto a mim, não me lembro de ele ser grande assim. (Horne, volume III, págimas 815–817.)
Why was the brain examination so important in the Kennedy autopsy? Because by tracking the damage done by the bullet, the brain examination could detect whether the bullet entered from the front or from the back of Kennedy’s head. The official autopsy photographs of what purports to be Kennedy’s brain — the photographs that Navy photographer John Stringer said were not the ones he took of the brain — are consistent with a shot into the back of Kennedy’s head.
Por que o exame do cérebro era tão importante na autópsia de Kennedy? Porque, mediante rastrear o estrago causado pela bala, o exame do cérebro poderia detectar se a bala entrara a partir da frente ou de trás da cabeça de Kennedy. As fotografias oficiais da autópsia do pretenso cérebro de Kennedy  — as fotografias que o fotógrafo da Marinha John Stringer disse não serem as que ele tirara do cérebro — são consistentes com um tiro entrado por trás da cabeça de Kennedy.
Important questions obviously arise: Why did the military deem it necessary to conduct a second brain examination, one that the evidence indicates involved a brain   that did not belong to Kennedy? What did the first examination of Kennedy’s brain — the one that Stringer photographed — reveal? Why would the U.S. military engage in what would seem to be very nefarious conduct in the autopsy of a president of the United States?
Obviamente, importantes perguntas são suscitadas: Por que a instituição militar julgou necessário conduzir um segundo exame do cérebro, o qual, indica-o a evidência, envolveu um cérebro que não pertencia a Kennedy? O que o primeiro exame do cérebro de Kennedy — o que Stringer fotografou — revelara? Por que a instituição militar dos Estados Unidos lançou-se ao que pareceria conduta muito pervertida na autópsia de um presidente dos Estados Unidos?
We’ll explore those questions later, but now let’s return to my articles “The Kennedy Casket Conspiracy” and “The Shot That Killed Kennedy” and explore the secret, early delivery of the president’s body to the Bethesda morgue in the context of the gunshot that hit Kennedy in the head. It will be convenient for the reader to read those two articles before my next segment, “The Kennedy Autopsy, Part 9,” is posted.
Exploraremos essas perguntas mais adiante, mas por ora retornemos a meus artigos “A Conspiração do Esquife de Kennedy” e “O Disparo Que Matou Kennedy” e exploremos a entrega secreta e precoce do corpo do presidente ao necrotério de Bethesda no contexto do tiro que atingiu Kennedy na cabeça. Será conveniente que o leitor leia aqueles dois artigos antes de ser afixado meu próximo segmento,  “A Autópsia de Kennedy, Parte 9”.
Jacob Hornberger is founder and president of the Future of Freedom Foundation. Send him email.
Jacob Hornberger é fundador e presidente da Fundação Futuro de Liberdade. Envie-lhe email.

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